Coleção espacial

Do ponto medido ao mapa de krigagem

Percorra o fluxo geoestatístico, da tabela com coordenadas ao variograma, ao modelo ajustado e ao mapa com o erro-padrão.

Fluxo de trabalho

A coleção spatial segue o caminho de uma análise geoestatística: declarar o objeto espacial, olhar os dados, medir a dependência, modelá-la e só então interpolar. O objeto carrega as coordenadas, a projeção, a unidade e, nos exemplos, a borda, e os blocos seguintes não voltam a perguntar onde estão o x e o y.

EtapaBlocosResultado usado adiante
Fontespatial/example, spatial/coordinatesobjeto espacial (spatial/points)
Explorarspatial/exploregráfico com mapa, coordenadas e distribuição
Variogramaspatial/variogram, spatial/variogram_fitvariograma empírico e modelo ajustado
Predizerspatial/kriging, spatial/mapsuperfície com predito e erro-padrão, e o mapa dela

Exemplo completo

Sergipe tem 68 municípios, o suficiente para o exemplo rodar rápido. O variograma usa a distância máxima padrão, o modelo é ajustado com os padrões do bloco, e o mapa mostra o erro-padrão, o par honesto do mapa do predito.

Exemplo espacial
Variograma
Ajustar modelo
Krigagem
Mapa da superfície
library(trama)

reg <- tr_registry()
for (p in c("trama.data", "trama.view", "trama.spatial")) tr_use(p, registry = reg)

tr_flow(reg) |>
  tr_add("p", "spatial/example", dataset = "milho_se") |>
  tr_add("v", "spatial/variogram", from = "p") |>
  tr_add("m", "spatial/variogram_fit", from = "v") |>
  tr_add("k", "spatial/kriging", from = c("p", "m")) |>
  tr_add("mapa", "spatial/map", mostrar = "erro-padrao", from = "k")

Coordenadas em graus são recusadas: o variograma mede distância em linha reta, e um grau de longitude não é uma distância fixa. Projete antes, num CRS em metros. O catálogo de Geoestatística reúne as configurações de cada bloco.